
A chikungunya é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e atinge milhares de pessoas anualmente. De acordo com o boletim epidemiológico n° 41, divulgado pela Secretaria da Saúde (Sesa), nesta quinta-feira (15), o Espírito Santo registrou, entre os dias 29 de dezembro de 2019 e 10 de outubro de 2020, 15.278 notificações, enquanto que no mesmo período do ano passado foram 2.351 casos notificados.
Segundo o chefe do Núcleo Especial de Vigilância Ambiental, Roberto Laperriere Júnior, um dos motivos para a alta de casos no ano de 2020 está ligado a uma população suscetível ao vírus. “Não tivemos, nos anos anteriores, grandes epidemias por chikungunya, com uma população suscetível, um clima favorável e com circulação do vírus com maior intensidade”, explicou.
Para evitar a proliferação do Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya, é necessário que todos estejam empenhados na eliminação dos possíveis focos do inseto.
Ações simples, como manter as calhas sempre limpas; as caixas d’água bem vedadas; verificar se não existe água acumulada nas lajes; escovar as bordas das vasilhas de água e comida de animais, e descartar lixos, entulhos e pneus nos locais adequados, devem ser realizadas semanalmente para que o ciclo de reprodução do vetor seja interrompido.
Por Ascom/Sena/ES
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