
Linhares, na região norte do Espírito Santo, encerrou o ano de 2020 com 3.804 casos confirmados de dengue. As informações constam no boletim epidemiológico da dengue divulgado pela secretaria municipal de Saúde de Linhares, por meio da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ). Deste total, estão dois óbitos: um confirmado e outro em investigação.
O relatório também traz os bairros com maior incidência de casos confirmados. O Interlagos lidera com 908 casos confirmados, seguido por Aviso com 425, e Santa Cruz, com 416. O bairro Novo Horizonte aparece na sequência com 243 moradores que contraíram a doença, e o bairro Centro, com 211 casos confirmados.
De acordo com Luzinete Urbano da Silva, supervisora Geral de Endemias da Vigilância Ambiental, da secretaria municipal de Saúde de Linhares, os números alertam para a importância do apoio da população na adoção das medidas de combate ao mosquito transmissor das doenças, mantendo os domicílios livres de recipientes que geram acúmulo de água.
“O número de casos reforça a importância do combate ao mosquito transmissor da dengue e precisamos do apoio da população na luta para acabar com os criadouros do Aedes Aegypti . A ajuda de cada linharense é fundamental neste momento que estamos no verão, que além dos dias quentes, traz também a chuva e sabemos que esta associação é favorável à proliferação do mosquito. Mas, se o ambiente estiver livre de recipientes que possam acumular água parada poderemos controlar a infestação; por isso nosso apelo para que todos participem ativamente deste combate”, afirmou o secretário da saúde de Linhares, Saulo Rodrigues Meirelles.
De acordo com Luzinete Urbano da Silva, supervisora Geral de Endemias da Vigilância Ambiental, da secretaria municipal de Saúde de Linhares, os números alertam para a importância do apoio da população na adoção das medidas de combate ao mosquito transmissor das doenças, mantendo os domicílios livres de recipientes que geram acúmulo de água.
“Uma pesquisa da Vigilância constata que mais de 80% dos criadouros do Aedes Aegypti estão nas residências. Precisamos estar conscientes de que são doenças virais transmitidas pelo mosquito, que se reproduz facilmente em locais que acumulam água parada”, explica Luzinete.
Alexandre Araújo
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