Para se ter ideia, relatório da consultoria Research & Markets aponta que tal mercado deve alcançar em 2024 o valor de US$ 78,6 bilhões

A relevância do mercado de beleza masculino cresce cada vez mais e o Brasil, assim como no segmento da estética, está no topo do ranking: o mercado brasileiro, que representa 13% da fatia global, é o segundo maior do mundo, atrás apenas dos EUA.
Para se ter ideia, relatório da consultoria Research & Markets aponta que tal mercado deve alcançar em 2024 o valor de US$ 78,6 bilhões. E por isso há uma grande aposta do setor em produtos e tratamentos para pele, cabelo, barba, entre outros.
Se no final do século 20 havia um grupo seleto chamado “metrossexual” (homens mais vaidosos, numa tradução simples), nestes tempos o cuidado masculino com a aparência tornou-se regra. “Todos somos David Beckham”, diriam os cringes.
“Os homens estão cada vez mais vaidosos num mundo que se tornou ainda mais competitivo por meio do uso da imagem no ambiente digital. Eles estão procurando cuidar mais do corpo e da estética facial; têm procurado por procedimentos que deixem o rosto com uma imagem mais imponente, atrativa”, explica Tatiana Fioroti, diretora técnica da Botolifting, clínica de estética e rejuvenescimento facial fundada em Colatina e que tem a cantora Wanessa Camargo como embaixadora.
Também da Botolifting – empresa que está em todo o Brasil e atenta a essa tendência de mercado -, o diretor de expansão, Lucas Quintella, conta que “o Botox é o tratamento favorito do público masculino, uma vez que diminui a contração excessiva do músculo, prevenindo rugas na testa, na lateral dos olhos e ‘abrindo o olhar’ de uma maneira geral”.
Quintella ressalta ainda que os preenchedores, para dar proeminência ao queixo e permitir um contorno facial mais marcado, e os bioestimuladores de colágeno, que evitam o envelhecimento, estão em alta entre os homens.
Por Felipe Izar
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