A Prática, referência nacional na fabricação de equipamentos para o setor de food service, acaba de anunciar a chegada de André Ghion ao seu Conselho de Administração. Ex-executivo do Buscapé e com sólida trajetória em inovação e estratégia digital, Ghion chega com um diferencial que reflete a nova era da liderança empresarial: a companhia é a primeira no Brasil a integrar oficialmente um clone digital de inteligência artificial como membro ativo de sua estrutura de governança.

Batizado de ghion.AI, o projeto é uma réplica digital interativa e conversacional do próprio executivo, desenvolvida para atuar como um prolongamento do seu raciocínio estratégico. A IA é capaz de propor frameworks, analisar cenários, sugerir caminhos de decisão e acelerar processos internos com agilidade e precisão – tudo em tempo real.

“O futuro das empresas será definido pela capacidade de ampliar o impacto da inteligência humana com sistemas inteligentes. O ghion.AI transforma conhecimento em ação, com velocidade, clareza e profundidade”, afirma André Ghion. Segundo ele, tarefas que antes exigiam horas de análise podem ser executadas em segundos. “Um contrato que normalmente levaria horas para ser analisado será revisado em 30 segundos”, exemplifica.

A iniciativa faz parte da agenda de transformação digital da Prática, que tem investido em inovação como vetor de crescimento e diferenciação competitiva. Para o CEO da empresa, André Rezende, a chegada de Ghion e da ghion.AI inaugura um novo modelo de governança: mais estruturado, responsivo e alinhado com as exigências de um mercado cada vez mais dinâmico. “Integrar IA como complemento à inteligência humana é uma inovação com propósito. Trata-se de gerar valor real e acelerar nosso futuro”, explica.

Além do avanço tecnológico, o movimento tem implicações relevantes em ESG e boas práticas de governança. A IA é acompanhada de protocolos éticos e operacionais, garantindo transparência e responsabilidade nas decisões em que atua.

De acordo com pesquisa da Bain & Company, 67% das empresas brasileiras já consideram a inteligência artificial uma das cinco prioridades estratégicas para 2025. A Prática, ao incluir a IA em seu conselho, se posiciona na vanguarda dessa tendência – não apenas adotando tecnologia, mas redefinindo o papel da liderança no ambiente corporativo do futuro.

Por Ruhama Rocha


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