Para pesquisador da Ufes, Rio Doce não está morto, mas tem contaminação crônica
O Rio Doce (foto) não está morto, mas tem contaminação crônica por metais resultante da lama de rejeitos da barragem da mineradora da Samarco em Mariana, que rompeu em novembro de 2015 e avançou sobre o rio. A afirmação é do professor do Departamento de Oceanografia Angelo Fraga Bernardino. EleLeia mais






