Especialista afirma que o consumo diário desses alimentos fornece combustível de qualidade para o sistema nervoso central

A saúde mental é importante para a manutenção de todo o corpo, e uma alimentação saudável, com um cardápio equilibrado, pode contribuir para o bem-estar no dia a dia. As frutas são uma opção prática para uma boa alimentação, com nutrientes e vitaminas que trazem benefícios ao cérebro.
Os nutrientes triptofano, magnésio, vitamina B1, B3, B6, auxiliam na saúde cerebral, cognição, disposição e memória. “Quando falamos em frutas é possível encontrar esses conteúdos nutricionais na banana, abacate, ameixa e laranja. O consumo diário dessas frutas fornece combustível de qualidade para a saúde do sistema nervoso central”, comenta a nutricionista da Unimed Vitória Dalyla Formagine.
Para garantir uma boa variedade de frutas na manutenção da saúde, devem ser ingeridas de três a cinco porções desses alimentos por dia. Não existe uma regra de horário para a ingestão, e os alimentos podem integrar o menu na forma de lanches entre os intervalos do café da manhã, almoço e jantar. “Uma dica é utilizar uma fruta para a sobremesa, como a laranja, rica em vitamina C, que melhora a absorção de ferro”.
Os grãos também ganham espaço na complementação de um cardápio saudável. Por serem ricos em fibras e vitaminas, podem ser combinados com diversas opções. De acordo com Dalyla, “a aveia é uma ótima combinação e fornece triptofano, que auxilia na sensação de bem-estar e bom humor. Também é possível associar as frutas com sementes de chia, linhaça, de abóbora e oleaginosas”.
Para as pessoas que têm um quadro de saúde afetado por doenças como a diabetes, a recomendação é de que não exagerem nas porções ao longo do dia. Segundo a nutricionista, devem ser consideradas as frutas menos doces e com maior teor de fibras, como a goiaba, maçã, ameixa e o pêssego. “Já um paciente com doença renal crônica não deve consumir carambola, devido a presença da caramboxina, uma substância tóxica para indivíduos nessa condição. Cada caso precisa ser avaliado individualmente”, alerta.
Por Maecella Andrade
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