A iniciativa é uma colaboração global com a London School of Economics, Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG. O Brasil será o primeiro país da América Latina a integrar o projeto

Os sistemas de saúde em todo o mundo têm passado por inúmeros e variados tipos de choques que ameaçam sua sustentabilidade e capacidade de resiliência. A pandemia provocada pela Covid-19 realçou esse desafio de maneira extraordinária em âmbito global.
Com a perspectiva de compreender esse fenômeno em diferentes realidades, foi lançada a iniciativa Partnership for Health System Sustainability and Resilience (PHSSR), uma colaboração entre London School of Economics (LSE), Fórum Econômico Mundial (WEF), AstraZeneca, Philips, KPMG, Apollo Hospitals, WHO Foundation e o Center for Asia-Pacific Resilience and Innovation.
Na primeira fase do projeto lançado em 2020 foram designadas equipes nacionais que lideraram a investigação sobre sustentabilidade e resiliência de seus respectivos sistemas nacionais de saúde. Participaram oito países: França, Alemanha, Itália, Polônia, Rússia, Espanha, Reino Unido e Vietnã.
Na segunda fase lançada em 2022, o Brasil compõe o projeto junto com mais 12 países e é o único país representante da América Latina. O estudo será coordenado localmente pelo professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP), Adriano Massuda, e conta com a participação da professora Ana Maria Malik e de pesquisadores vinculados ao Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde (FGVSaúde). O papel do grupo será elaborar um relatório técnico da pesquisa sobre o sistema de saúde brasileiro. A iniciativa no Brasil conta com o apoio da LSE, Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG.
“Nosso foco é o SUS. Para isso, vamos buscar destacar avanços que ocorreram com a universalização do acesso à saúde no Brasil, identificar principais desafios e ameaças no contexto brasileiro, e apontar prioridades que devem ser observadas para fortalecer a sustentabilidade e resiliência do sistema de saúde brasileiro. O resultado da pesquisa deve ser apresentado no início de 2023”, destaca Adriano Massuda.
O lançamento do projeto ocorreu dia 30 de agosto, na sede da FGV EAESP, em São Paulo. Além do diretor da Escola, professor Luiz Brito e do coordenador do estudo na LSE, professor Alistair McGuire, e de representantes do Fórum Econômico Mundial, AstraZeneca, Philips e KPMG, participaram o ex-ministro da saúde, José Gomes Temporão, o presidente do CONASS, Nésio Fernandes, o presidente da ANAPH, Antonio Brito, e representantes de diversos segmentos que compõem o sistema de saúde brasileiro.
Da Redação | Fonte: FGV
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