Fotos: Divulgação

Um dos momentos mais emocionantes da Festa da Penha, a Romaria das Pessoas com Deficiência volta a reunir milhares de fiéis em um ato que une fé, inclusão e mobilização social. A caminhada será realizada no dia 11 de abril de 2026 (sábado).

A concentração será a partir das 7h30 e saída às 8 horas do Santuário Divino Espírito Santo, no Centro de Vila Velha. O percurso é planejado para ser acessível, seguindo até a Igreja do Rosário, no Sítio Histórico da Prainha, onde é realizada uma missa especial ao final da Romaria.

Ao longo do trajeto, pessoas com deficiência, familiares, profissionais e apoiadores compartilham histórias e vivências em uma caminhada que também simboliza a luta por direitos e por mais inclusão na sociedade. A expectativa é reunir aproximadamente 3 mil pessoas, entre usuários, familiares e amigos do movimento apaeano capixaba.

Integrando o sábado do oitavário da Festa da Penha, a romaria se consolida como um espaço de visibilidade e pertencimento. Em 2026, a celebração traz como tema “Fazei de nós instrumentos da paz”, reforçando valores como respeito, empatia e convivência com as diferenças, princípios que dialogam diretamente com a proposta da romaria.

Para a Federação das Apaes do Estado do Espírito Santo (Feapaes-ES), a Romaria das Pessoas com Deficiência representa um espaço de conquista e reafirmação de direitos. “Mais do que um ato de fé, essa caminhada é um momento de representatividade, mobilização e visibilidade pela defesa e garantia dos direitos da pessoa com deficiência e suas famílias. O trajeto é realizado com muito respeito, união e o sentimento de gratidão pelas conquistas, mas sempre com o olhar voltado para um futuro ainda mais inclusivo para as pessoas com deficiência”, destaca Vanderson Gaburo, diretor social da Feapaes-ES.

Entre os participantes está Lucas da Silva Gadiol, atendido pela Apae Serra, que vê na romaria uma oportunidade de expressão e pertencimento. “É uma caminhada muito especial. Sempre participo e me sinto feliz por ter esse momento de poder caminhar junto com outras pessoas”, afirma.

A cada edição, o evento mostra a importância da acessibilidade, do respeito às diferenças e da construção de uma sociedade mais inclusiva. Ao ocupar as ruas com suas histórias e trajetórias, os participantes transformam fé em movimento e a caminhada em um símbolo coletivo de luta e esperança.

Por Amanda Albuquerque | P6 Comunicação


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