No dia dedicado à luta pela liberdade de imprensa, parlamentar reforçou importância de preservar autonomia de profissionais e veículos de comunicação

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado nesta terça-feira (3), e o recente ataque sofrido por jornalistas do estado durante o exercício da profissão, nortearam o discurso do deputado Sergio Majeski (PSDB), durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa (Ales). O Dia do Taquígrafo e o do Parlamento também foram pauta nos discursos em plenário.
Majeski destacou o aumento no mundo, e, sobretudo no Brasil, dos ataques à imprensa e aos profissionais que atuam na área. Ele citou o caso da Venezuela onde, segundo reportou, há perseguição e controle da imprensa.
O deputado citou a expulsão de dois profissionais durante a cobertura de uma manifestação em Vila Velha, no último domingo (1º). Ele homenageou o repórter Alex Pandini e o cinegrafista José Jantorno, ambos da TV Vitória, emissora do Espírito Santo, que sofreram as agressões verbais e foram expulsos por manifestantes que participavam do evento.
“Há agressões verbais, físicas e assassinatos. Em toda sociedade democrática se reconhece a imprensa como um dos pilares da democracia. A imprensa não é santa. Não se trata aqui de endeusar a imprensa, mas de destacar a importância de uma imprensa livre, independente e plural. Se fizermos uma pequena reflexão, por exemplo, nos últimos anos no Brasil, grandes escândalos descobertos, não raro, começaram a ser investigados a partir de uma denúncia feita pela imprensa”, exemplificou.
Por Aldo Aldesco
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