Deputados apuram denúncia de fraude em consórcio

Reunião está agendada para esta terça-feira, às 13h30. Foto: Tati Beling.

A Comissão de Defesa da Cidadania e dos Direitos Humanos retoma suas atividades após o recesso parlamentar dando seguimento à apuração de denúncia de suposta fraude no Consórcio Público da Região Expandida Sul, o CIM Expandida Sul. O prefeito de Anchieta e atual presidente do consórcio, Fabrício Petri, e a ex-secretária de Saúde de Piúma Luíza Mathias foram convidados a participar da reunião que acontece nesta terça-feira (6), às 13h30, no Plenário Judith Leão Castelo.

O objetivo do convite é esclarecer pontos sobre o consórcio de saúde a partir de denúncias apresentadas por um grupo de seis vereadores do município de Itapemirim. Os vereadores estiveram pela primeira vez na comissão no mês de junho. Na ocasião pediram apoio ao colegiado na apuração de supostos direcionamentos de verbas públicas e favorecimento de empresas credenciadas ao CIM.

O consórcio tem atuação nos municípios de Alfredo Chaves, Anchieta, Cachoeiro de Itapemirim, Iconha, Itapemirim, Guarapari, Marataízes e Piúma.

Os parlamentares do município instauraram uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara de Itapemirim, a CPI do Consórcio da Saúde, para apurar possíveis atos ilícitos. No entanto, a CPI está com os trabalhos suspensos por força de decisão judicial. Um dos alvos das investigações é o atual prefeito de Itapemirimm Thiago Peçanha (PSDB), que presidiu o CIM nos anos de 2017 e 2018, período em que, segundo os denunciantes, a prefeitura teria feito repasses milionários ao consórcio.

No início de julho os vereadores Rogério da Silva Rocha (PCdoB) e João Bechara Netto (PV) retornaram à comissão para apresentar um relatório preliminar da CPI feito com base em análise de documentos, já que os trabalhos da comissão estão suspensos.

Por Nicolle Expósito – Ales..

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