Paulo Foletto participa de debate sobre futuro do setor agroalimentar

Estiveram presentes o secretário de Estado da Agricultura, Paulo Foletto, o diretor-técnico do Incaper, Nilson Araújo Barbosa, o diretor-presidente do Idaf Mário Louzada, e o diretor-presidente do Incaper, Antonio Carlos Machado. Foto: Seag/ES.

A Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), o Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural (Incaper) e o Instituto de Defesa Agropecuária do Espírito Santo (Idaf), participaram, na terça-feira (10), do debate “Rotas Estratégicas para o Futuro da Indústria do Espírito Santo – Agroalimentar 2035”, lançado pela Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes) e coordenado pelo Ideies.

A Rota Estratégica Agroalimentar 2035 é uma etapa do projeto “Indústria 2035”, desenvolvido para conhecer o potencial e planejar o crescimento da indústria e do Espírito Santo.

A extensionista do Incaper, Jaqueiline Sanz, foi uma das convidadas do debate. Para ela, o Espírito Santo se prepara para atuar no setor agroalimentar de forma conectada com as mudanças em curso. “Vislumbramos construir uma agenda de possibilidades de comunicação, integração e convergência que sustente agricultores, empresários, consumidores e ambientes cada vez mais justos e preparados para o futuro”, salientou.

Estiveram presentes o secretário de Estado da Agricultura, Paulo Foletto, o diretor-técnico do Incaper, Nilson Araújo Barbosa, o diretor-presidente do Idaf Mário Louzada, e o diretor-presidente do Incaper, Antonio Carlos Machado.

Sobre a rota

Para a construção desta Rota Estratégica foram ouvidos 65 especialistas do setor agroalimentar, entre eles empresários, representantes de governo e acadêmicos. Este setor capitaneia a primeira Rota Estratégica devido a sua importância para economia do Estado, já que foi o pioneiro na promoção do desenvolvimento de uma base econômica no Espírito Santo e até hoje contribui ativamente para a geração de renda e emprego.

“Nossa principal crença é que com boas informações, com bons dados, com persistência, vamos avançar. Acreditamos que esse trabalho que apresentamos vai ajudar o agronegócio a avançar, agregando valor, agregando densidade para as cadeias, fazendo com que os municípios onde essa atividade econômica está presente usufruam desse crescimento”, afirmou o presidente da Findes, Léo de Castro.

Texto: Vanessa Capucho, com informações da Findes.

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